A Casa onde moro
1 agosto, 2008
A poetisa Marly Mota e o padre Airton Freire (Foto: Sérgio Mota)
Uma noite de muita de muita fé, esperança, caridade e solidariedade, aquela de quarta-feira, na Unicap. Tudo por conta do lançamento do livro “A Casa Onde Moro” do padre Airton Freire, da Fundação Terra, de Arcoverde. O auditório estava lotado e em cada pessoa a gente via uma história ligada àquele sacerdote.
Uma vista parcial do auditório da Unicap (Foto: Fernando Machado)
Não pensem que estavam ali somente tijolos corroídos pelo tempo. Muitos jovens carregando nas costas o tijolinho da solidariedade estavam lá contribuindo para aumentar a casa onde ele mora. Ao todo padre Airton, o anjo de Arcoverde, mantém 15 projetos assistenciais. E tudo começou quando um dia ele passava pela Rua do Lixo, o lixão de Arcoverde, e como São Francisco de Assis, deixou de lado a comodidade e partiu em busca do tempo perdido.
Dilma Correia com o filho Ricardo e a amiga Lia Ferreira (Foto: Fernando Machado)
Em cada criança, mulher ou homem estava encravado pelo lixo e foi tocado e começou acolher aquela gente. O seu alvo era acabar o lixão e conseguiu. Nascia então a Fundação Terra do Padre Airton Freire. Os que viviam numa pousada de urubus passava a conviver com uma terra prometida. E então começaram a surgir escola, creche, asilo de idosos e pasmem uma clínica médica.
A mãe do padre Airton, dona Dora Freire (Foto: Fernando Machado)
Pois foi neste embalo que muita gente, quem diria acabou na Casa onde Moro. O mestre de cerimônia, professor Fernando Lapa Guimarães, começou a reunião convocando a todos para uma apresentação do vídeo contando do projeto. Depois tivemos um concerto dos alunos de música mantido pela Fundação. A platéia e o próprio padre Airton ficaram visivelmente emocionados.
A senhora Auxiliadora Paes Mendonça (Foto: Fernando Machado)
Na seqüência falou padre Miguel, novo chefe da Confraria Jesuíta do Recife (em nome do reitor Paulo Rubens, que está doente), depois tivemos o depoimento da senhora Cândida Pass e finalmente as palavras do Padre Airton Freire. Ele comparou a diferença entre uma casa e um lar. E ligado na destruição do planeta, descobriu no baobá, graças ao desenho do garoto Billy Granja, o sentido para sua conquista. Suas palavras (ou seria uma oração?) tocaram. Foi lindo demais.
Dalva e o secretário Roldão Joaquim dos Santos (Foto: Fernando Machado)
Dona Dora, sua mãe, estava lá feliz da vida. E com toda razão, pois gerou um mensageiro do bem. O irmão Wilson Freire com a bonita filha Clarice, também. A cerimonialista Tatiana Marques deu uma colher de chá e colocou seu cerimonial à disposição do evento.
A arquiteta Luiza Nogueira, esposa do deputado Raul Henry (Foto: Fernando Machado)
Na fila de autógrafos anotamos os deputados Terezinha Nunes e Antônio Moraes, o secretário Roldão Joaquim dos Santos com sua Dalva, a artista plástica e poetisa Marly Mota, com os filhos Sérgio e Eduardo, as noras Flávia e Luciana, além das netas Maria Eduarda e Mirella.
O jornalista-advogado Ricardo Guerra e a jornalista-deputada Terezinha Nunes (Foto: Fernando Machado)
Ainda elegante senhora Auxiliadora Paes Mendonça com a filha Jaci e o genro Marcelo, os médicos Mauro Arruda, Francisco José Trindade (Chicão) e Paulo Sérgio Oliveira, os advogados Dorany Sampaio, Ricardo Guerra e Ângela Souza, a arquiteta Luiza Nogueira (mulher do prefeiturável Raul Henry), as senhoras Abigail Almeida, Célia Baptista e Teresa Sampaio. E tantos outros nomes tocados pela causa do Padre Airton.
Sérgio, Flávia, Marly, Eduardo e Luciana Mota (Foto: Fernando Machado)
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