Pausa poética
30 setembro, 2007
“Eu sou a dor estanque, a dor empedernida, / sou a rocha a emergir de um côncavo de areia, / imóvel, muda, isenta e alheia ao mar, alheia.� Gilka Machado
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“Eu sou a dor estanque, a dor empedernida, / sou a rocha a emergir de um côncavo de areia, / imóvel, muda, isenta e alheia ao mar, alheia.� Gilka Machado
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